Todos sabem que nenhuma vida começa aqui. mas talvez termina.
Dias desgraçados...
Eu nem sabia que tinha alguém.
Ou melhor, um anjo. (anja?)
É involuntário... age como se fosse eu em muitos pontos, mas age contrariamente aos meus pensamentos. Esse alguém me atrapalha, ao ter alguma convivência.
Pior seria se tivesse visto o anjo mau... Se apaixonaria, aliás, sentiria algo muito mais forte que isso, pois são, consequentemente, almas gêmeas.
E nossos corpos? Que relação tem?
O mundo pode mostrar... ou não. Nesses dias parece que sim, em outros, parece que não. Afinal, o que pensar?
Roubaste toda a água de meu poço, inclusive da minha música. Hoje olho pro fundo desse poço, só vejo escuro e sinto o seco. Hoje ouço a música, e ela não me diz nada além do que antes dizia.
Faz parte de mim sim, essa podridão que tu me constrói, mas eu não queria. Não sei o que fazer para mudar... se te eliminar, mato-me como consequência; se te matar, te amarei muito mais do que qualquer momento.
E ainda puxaste-me a ti... sua ignorância fortalece minha procura. Sua negação atrai-me ao seu escuro. Inevitável não pensar quando o quarto está vivo, buscando por nossas almas. Eu disse-lhe que estava se enfraquecendo... mas fui precoce; ele nunca abandonarás nosso encontro, a não ser que morramos de uma vez. talvez nem se isso acontecesse... ele ainda correria atrás de nós para satisfazer a sua fome e, muito mais que isso, o seu desejo íntimo... os nossos desejos íntimos.
Olho para o horizonte, e não me vem nada à cabeça, que não seja parar tudo! Parar tudo, e viver só para ti, perder-me na névoa e sentir frio nos dias de calor.
Ainda é provável. Só espero o dia nascer, renascer, e amanhecer, que conosco virá o café da manhã pronto em nossas camas.
De encontro com o medo
Sábado... e aquela nossa música não toca. Já havia esquecido-me daquela garotinha, que Às vezes me procurava para amar-me.
Ela não decidiu voltar, mas está tentando... tentando fazer o que nunca pôde.
Seu cabelo nos ombros disfarçam seu medo. Seus olhos fundos remetem à frieza dos seus pedaços de carne. E o cobertor me espera, para mais um ritual. E o fantasma me espera, para que eu siga em frente. E você me espera, para que eu te procure...
Quando fico cansada de tudo, digo não para todos, mesmo que não ouçam. Grito, mesmo entardecido, mas tento... vulgarizo a minha dor e meu ódio pelo mundo. Tento achar motivos para tal ação.
Menina...!
Me alertou em falso
Achei que fosses tu
Dentro daquele corpo magro e sarado...
Seus olhos atrás de um óculos
Me puxavam para suas narinas
mas eu não sentia, não sentia...
que eras minha.
Nunca quis te procurar... e quando eu penso que te achei, parece que encontrei teu oposto! Ou quase... Parecias tanto ser, mas eu como sou cega e caio de boca em tudo, acreditei. Ainda não sei se és, vou saber amanhã ou depois, mas terei más respostas. Enganei contigo.
E perdida você se encontra em algum lugar...
carregando o meu caráter e partes de meus desejos
Você faz isso pra mim ir atrás de ti?
Vou tentar não ir nunca mais... apenas te esperar, se é que existe!
domingo, 17 de maio de 2009
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