[...]corte-me com a faca de seu coração,
e beba meu sangue,
para quer ele corra nas suas veias.
Mate-me,canse-me,[...]
me dê o prazer da dor,
me de o prazer da morte.
rasgue minha garganta,
e pela íltima vez diga que
ainda me ama.
Quero secar e dar vida aos seus cabelos,
para que fiquem ainda mais grossos,
para me enforcarem na frente do espelho,
e para que eu possa ver
a forma de nosso amor.
Por que achaste isso tão cruel?
Se eu lhe pedisse mais uma vez,
voce me daria?
Me mataria outra vez?
Beberia-me, como agua para sentir o
meu amor fluir em suas veias?
Passar sua pele escura na minha já é o suficiente.
A água gelada está seca.
Restou-me o vaso.
[...]Introduza sua faca em meu peito e,
pegue meu coração
Ele continuará batendo em suas mãos.
pois estará ligado com seu calor.
É isso que lhe dá vida.
Veja, o sangue dele está pingando,
está enfraquecendo;
apenas deixe cair as gotas em seu corpo
e as deixe secar,
como a água gelada que tomamos.
Uma hora, ele não vai mais aguentar.
É hora da mais uma vez,
é hora da última vez,
é hora da...
Não sei bem o que me deu, quando à, mais ou menos, 2 anos atrás, escrevi isso. Foi quase 2 anos. Aproximadamente 1 ano e 6 meses. Estava em tempos de fúria, pleno canibalismo. Mas depende do que é canibalismo para os leitores. Não é a concepção ingênua e ignorante, no sentido de sexo, ou de desejo inusitado de algo, querendo-no sem pensar. Tudo que eu fazia não era calculado, mas também não previa limites. Os limites não existiam, caso eu chegasse a rasgar o jeans e usar allstar botinha [perder a pureza], não seria por acaso. É claro que eu nunca faria isso, com o primeiro que aparecesse. Mas esse ser, talvez lisongeado,estaria perto. De verdade mesmo? Nem eu sei.
Sei que eu queria realizar meus desejos, sem me importar com o que havia lá fora... descobrir o Enigma do Poço, ou do Buraco[não pense besteira]. Descobrir esses demônios, que me atentam para o pecado, e me fazem, no mundo real, ser uma santinha. Meus desejos eram mais forte na carne negra. Ah, e olha bem quem apareceu pra me ajudar. Você.
Dava um pouco de dó, quando via as marcas na sua barriga. As arranhadas no pescoço. As mordidas, também na barriga. O pior, e o mais gostoso por sinal, as marcas na região do braço, onde se vacinam as crianças que morrem de medo de agulha [eu, é claro, morria também]. Na região mais frágil do braço, era a região mais deliciosa para o prazer... E que prazer. Nem sei como conseguia tanto desejo e prazer constante, inacabável. às vezes ele acabava, mas era normal. 10 minutos, eu já estava tinindo.
E voltaremos aos tempos velhos. Você aparecerá roxo; Mas você diz :"Não me faça sentir a dor."
E eu te sigo ♥
Pelo menos faça o que eu fazia com você. Mesmo que eu diga pare, mesmo que eu grite, eu estarei sentindo a mesma coisa que você sentiu, quando estava no seu lugar.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
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